quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Geografia da Europa - Relevo, Hidrografia, Clima, Vegetação, População e Economia

A Europa - mapa político 

 

 

Relevo

O continente europeu apresenta uma altitude média de 340m, sendo seu relevo caracterizado por áreas com menos de 200m acima do nível do mar. Essas áreas representam 2/3 de seu território e, em grande parte, são constituídas por planícies fluviais.

Na Europa distinguem-se duas regiões geomorfológicas: a setentrional e a meridional, e três grandes conjuntos morfológicos: as planícies, os planaltos e as montanhas. É um continente com um relevo pouco acidentado, se comparada com outros.

As regiões mais elevadas do relevo europeu, como os Alpes, os Pirenéus e o Planalto Central da Rússia, funcionam como importantes centros dispersores de água. Eles são a nascente de grandes parte dos rios existentes nesse continente.



Centro-Norte - Velhos maciços montanhosos, como Alpes Escandinavos, Vosges, maciços Central, Xistoso-Renano e Boêmia.

Centro -Extensas planícies sedimentares predominantes, como bacias de Londres, Parisiense, Germano-Polonesa e Russa (a mais extensa)


Montes Urais

A grande Planície Central Européia que se estende desde a costa ocidental da França e vai até aos Montes Urais, no limite com a Ásia.

Os Montes Urais são um conjunto montanhoso muito antigo e constituem o limite geográfico que separa o continente europeu do continente asiático.

O ponto mais alto dos Montes Urais é o Monte Narodnaia que alcança os 1.894 metros de altitude e que se localiza no extremo norte da cordilheira.

Sul - Maciços montanhosos recentes (terciários). Esta área ainda não completou sua formação geológica; por essa razão é vulnerável aos tremores de terra (terremotos). Aí surgem os Pirineus, Alpes, Apeninos, Cárpatos, Alpes Dináricos, Bálcãs e Cadeia do Cáucaso.



Os Alpes constituem a mais importante cadeia montanhosa da Europa Ocidental. Trata-se de um conjunto de idade relativamente recente, visível pela imponência dos seus picos, destacando-se o Monte Branco com os seus 4.807 metros como o seu ponto de maior altitude.

Os Pireneus, tal como os Alpes, são uma formação montanhosa de idade recente que faz separa a Península Ibérica da França. O seu pico de maior altitude é o Pico Aneto com 3.404 metros e que se localiza em território espanhol.



O Cáucaso situa-se no Sudoeste da Europa, entre o Mar Negro e o Mar Cáspio, separando a Europa da Ásia.

O ponto de maior altitude é o Monte Elbrus, que com os seus 5.642 metros constitui o ponto mais elevado de todo o continente europeu.

Os planaltos localizam-se no interior da Europa, principalmente a Sul da Grande Planície Européia. Nesta zona planáltica destacam-se alguns relevos muito antigos de formas arredondadas e pouco elevados (com altitudes inferiores a 2.000 metros).

Os Cárpatos constituem um conjunto montanhoso muito antigo pelo que apresenta formas arredondadas e altitudes menores que outras montanhas europeias. Os seus pontos mais altos são o Monte Gerlachovsky com 2.655 metros (Polônia) e o Monte Moldoveanu com 2.543 metros (Romênia).



Os Alpes Dináricos localizam-se paralelamente ao longo da costa do mar Adriático, tendo como ponto de maior altitude o Pico Durmitor com 2.522 metros.

Os Montes Escandinavos são uma formação muito antiga de formas arredondadas, que se estende ao longo da Península da Escandinávia. O seu ponto mais alto é o Monte Jotunheimen que atinge os 2.469 metros de altitude.



Os Balcãs localizam-se na Península Balcânica e a sua área abrange diversos países.


Monte Gran Sasso, Itália

Os seus pontos de maior altitude são o Monte Musala com 2.925 metros e o Monte Olimpo com 2.911 metros localizados, respectivamente, na Bulgária e na Grécia.

Os Apeninos são uma cadeia montanhosa que se estende ao longo da Península Itálica com altitudes elevadas atingindo o seu ponto máximo no Gran Sasso d'Italia (2.914 metros).

As montanhas mais jovens localizam-se sobretudo no sul da Europa. São montanhas de altitude elevada (superior a 2.500 metros) e apresentam declives muito acentuados.

 

 

Hidrografia da Europa



A maioria dos rios europeus é de extensão relativamente pequena, porém são numerosos e tiveram papel fundamental no povoamento, para a agricultura, para o transporte e para o comércio do continente. A hidrografia da Europa é marcada pela grande quantidade de rios. Apesar da existência de elevadas altitudes, o relevo europeu caracteriza-se por áreas com menos de 200m acima do nível do mar. Essas áreas representam 2/3 de seu território e, em grande parte, são constituídas por planícies fluviais. As regiões mais elevadas do relevo europeu, como os Alpes, os Pirenéus e o Planalto Central da Rússia, funcionam como importantes centros dispersores de água. Eles são a nascente de grandes parte dos rios existentes nesse continente. De modo geral, as capitais européias são banhadas por rios importantes, como é o caso dos rios Tâmisa (Londres), Sena (Paris), Spree (Berlim) e Danúbio (Viena, Budapeste, Belgrado). Os rios europeus são historicamente importantes como meio de transporte, o que facilitou o desenvolvimento do comércio e da indústria. Além dos rios, o norte do continente possui importantes lagos, em sua maior parte de origem glacial.
O continente apresenta igualmente uma complexa rede hidrográfica, com grandes rios como o Volga, na Rússia, e o Danúbio, que atravessa territórios (ou delimita fronteiras) da Alemanha, Áustria, República Checa, Croácia, Hungria, Sérvia, Romênia, Bulgária e Ucrânia. O rio Volga é o maior rio da Europa. Começa no Lago Ládoga e atravessa de cima a baixo o oeste da Rússia até ao Mar Cáspio..

Clima

CLIMA

O clima europeu caracteriza-se por ser predominantemente temperado. É influenciado por vários fatores: latitude, relevo, maritimidade, Corrente do Golfo e ventos dominantes.

• Latitude – A Europa encontra-se quase totalmente localizada na zona temperada do Hemisfério Norte, com a maior parte de suas terras compreendida entre os paralelos de 40º e 50º de latitude norte. Uma pequena parte situa-se na Zona Polar Ártica.

• Relevo – Apesar das cadeias montanhosas, sua disposição favorece a penetração de ventos predominantes de Oeste, no centro do continente e nas planícies orientais.

• Maritimidade – O Oceano Atlântico influencia os fenômenos climáticos. A forma recortada do continente coloca qualquer área a apenas 500 km do litoral na Europa Ocidental, ou a 800 km na Europa Oriental. A Europa Ocidental possui um clima moderado marítimo, com invernos suaves e verões brandos; já a Europa Oriental possui um clima continental, com verões quentes e invernos rigorosos.

• Corrente do Golfo – É uma corrente marítima quente, que atenua o inverno no Noroeste da Europa, provocando um aumento nas médias térmicas da região.

• Ventos Dominantes – Predominam os ventos de Oeste, que levam para o interior do continente as influências do Oceano Atlântico.

Ainda em relação ao clima europeu, podemos destacar o fog (denso nevoeiro), que caracteriza as ilhas britânicas, e o smog, que é o resultado da poluição e do nevoeiro, tendo sido controlado pelas autoridades britânicas.


VEGETAÇÃO

Tundra -
O termo Tundra deriva da palavra finlandesa Tunturia, que significa planície sem árvores. É o bioma mais frio da Terra. Alguns cientistas consideram existir dois tipos de tundras: Tundra Ártica e Tundra Alpina. A principal diferença entre elas é a razão pela qual são tão frias. A primeira é pela sua localização geográfica, mais concretamente pela latitude, enquanto que a segunda é devido ao fato de se encontrar tão afastada da superfície da Terra. Também a capacidade de drenagem do solo é diferente, sendo maior na Tundra Alpina. No entanto, são muito parecidas.

A Tundra Ártica (foto) surge a sul da região dos gelos polares do Ártico, entre os 60º e os 75º de latitude Norte, e estende-se pela Escandinávia, Sibéria, Alasca, Canadá e Groenlândia. Situada próximo do pólo norte, no círculo polar Ártico, recebe pouca luz e pouca chuva, apresentando um clima polar, frio e seco. O solo permanece gelado e coberto de neve durante a maior parte do ano.

Apresenta invernos muito longos, com uma duração do dia muito curta, não excedendo a temperatura os -6ºC (temperatura média entre os -28ºC e os -34ºC). Durante as longas horas de escuridão a neve que vai caindo acumula-se, devido aos fortes ventos, nas regiões mais baixas, obrigando os animais a permanecerem junto ao solo e apenas a procurar comida para se manterem quentes. As quantidades de precipitação são muito pequenas, entre 15 e 25 cm, incluindo a neve derretida. Apesar da precipitação ser pequena, a Tundra apresenta um aspecto úmido e encharcado, em virtude da evaporação ser muito lenta e da fraca drenagem do solo causada pelo permafrost.

Só no verão, com a duração de cerca de 2 meses, em que a duração do dia é cerca de 24h e a temperatura não excede os 7º-10 ºC, a camada superficial do solo descongela, mas a água não se consegue infiltrar por as camadas inferiores se encontrarem geladas (permafrost, que começa a uma profundidade de alguns centímetros e se prolonga até 1 metro ou mais). Formam-se então charcos e pequenos pântanos. A duração do dia é muito longa e ocorre uma explosão de vida vegetal, o que permite que animais herbívoros sobrevivam - bois almiscarados, lebres árticas, renas e lemingues na Europa e na Ásia e caribus na América do Norte. Estes por sua vez constituem o alimento de outros animais, carnívoros, como os arminhos, raposas árticas e lobos. Existem também algumas aves como a perdiz-das-neves e a coruja-das-neves.

A vegetação predominante é composta de líquens (plantas resultantes da associação de fungos e algas, que crescem muito lentamente e extraordinariamente resistentes à falta de água, que conseguem sobreviver nos ambientes mais hostis), musgos, ervas e arbustos baixos, devido às condições climáticas que impedem que as plantas cresçam em altura. As plantas com raízes longas não se podem desenvolver, pois o subsolo permanece gelado, pelo que não há árvores. Por outro lado, como as temperaturas são muito baixas, a matéria orgânica decompõe-se muito lentamente e o crescimento da vegetação é lento.

Uma adaptação que as plantas destas regiões desenvolveram é o crescimento em maciços, o que as ajuda a evitar o ar frio. Mas as adaptações das plantas típicas da Tundra não ficam por aqui. Crescem junto ao solo o que as protege dos ventos fortes e as folhas são pequenas, retendo, com maior facilidade, a umidade. Apesar das condições inóspitas, existe uma grande variedade de plantas que vivem na Tundra Ártica.

A maioria dos animais, sobretudo aves e mamíferos, apenas utilizam a Tundra no curto Verão, migrando, no Inverno, para regiões mais quentes. Os animais que ali vivem permanentemente, como os ursos polares, almiscarados (na América do Norte) e lobos árticos, desenvolveram as suas próprias adaptações para resistir aos longos e frios meses de inverno, como um pêlo espesso, camadas de gordura sob a pele e a hibernação. Por exemplo, os bois almiscarados apresentam duas camadas de pêlo, uma curta e outra longa. Também possuem cascos grandes e duros o que lhe permite quebrar o gelo e beber a água que se encontra por baixo.

Os répteis e anfíbios são poucos ou encontram-se completamente ausentes devido às temperaturas serem muito baixas.

A Tundra Alpina encontra-se em vários países e situa-se no topo das altas montanhas. É muito fria e ventosa e não tem árvores. Ao contrário da Tundra Ártica, o solo apresenta uma boa drenagem e não apresenta permafrost. Apresenta ervas, arbustos e musgos, tal como a Tundra Ártica. Encontram-se animais como as cabras da montanha, alces, marmotas (pequeno roedor) e insetos (gafanhotos, borboletas, escaravelhos). Floresta Temperada Floresta temperada ou floresta decídua temperada, ou ainda, floresta caducifólia, por causa da queda das suas folhas no período do Inverno, é um bioma encontrado nas regiões situadas entre os pólos e os trópicos.

As temperaturas médias anuais são moderadas, e as quatro estações do ano encontram-se bem definidas. Os índices pluviométricos atingem médias entre 75 a 100 centímetros por ano. A energia solar que vai incidindo nas regiões de florestas temperadas é maior do que, por exemplo, nas tundras, e consegue atingir mais facilmente o solo, pois existem espaços maiores entre a copa das árvores do que, por exemplo, nas florestas tropicais.

O solo destas florestas é muito rico devido, sobretudo, ao processo natural de decomposição das folhas que vai enriquecendo o solo em nutrientes. O acúmulo de matéria orgânica dá-se, sobretudo nos primeiros horizontes do solo, que possuem, por isso, uma cor mais escura.

A vegetação das florestas temperadas é variada, desde as coníferas e árvores com folhas largas caducas, como as das florestas da Europa e da América do Norte, às árvores de folhas largas que se mantêm verdes todo o ano, típicas da Flórida e Sul da Nova Zelândia. Há vários tipos de florestas temperadas, mas as árvores de folha caduca são predominantes, embora apresentem também árvores de folha persistente, cujas folhas se encontram transformadas em agulhas.

A vegetação apresenta variações sazonais e o seu crescimento ocorre, sobretudo, na Primavera e no Verão. Embora predominem as árvores, existem também arbustos e plantas herbáceas.

A cobertura vegetal pode apresentar até quatro estratos, desde grandes árvores até plantas rasteiras. Aparecem carvalhos, abetos e pinheiros. Os abetos encontram-se preferencialmente em solos ricos e úmidos enquanto que os pinheiros se encontram em solos pobres.

A fauna é variada e podem encontrar-se javalis, gatos bravos, linces, lobos, raposas, esquilos, veados, ursos, martas, muitos insetos, répteis e aves diversas, algumas de grande porte (águia de asa redonda, águia real etc). Aparecem ainda muitos invertebrados.

Em algumas regiões, como forma de adaptação às baixas temperaturas do inverno, alguns animais migram enquanto que outros hibernam. Outros ainda, como os esquilos, armazenam comida para ser usada durante o inverno. Floresta de Coníferas Também conhecida como Taiga ou floresta boreal, localiza-se exclusivamente no Hemisfério Norte. Encontra-se em regiões de clima frio e com pouca umidade. Distribui-se ao longo de uma faixa situada entre os 50 e 60 graus de latitude Norte e abrange áreas da América do Norte, Europa e Ásia. Localiza-se, portanto, a Sul da Tundra.

O clima é subártico, com ventos fortes e gelados durante o ano todo. Estas florestas são frias e recebem pouca precipitação, 40-100cm anualmente. As estações do ano são duas, Inverno e Verão. O Inverno é muito frio, longo e seco, caindo a precipitação sob a forma de neve; os dias são pequenos. O Verão é muito curto e úmido e os dias são longos.

Os valores da temperatura oscilam entre -54º e 21ºC. O solo é fino, pobre em nutrientes e cobre-se de folhas e agulhas caídas das árvores tornando-se ácido e impedindo o desenvolvimento de outras plantas. A vegetação é pouco diversificada devido às baixas temperaturas registradas (a água do solo encontra-se congelada), sendo constituída sobretudo por coníferas - abetos (como o Abeto do Norte) e pinheiros (como o Pinheiro Silvestre), cujas folhas aciculares e cobertas por uma película cerosa, as ajuda a conservar a umidade e o calor durante a estação fria. Outra conífera que também pode aparecer é o Larício europeu de folha caduca - Lárice. Em certas condições também podem aparecer Bétulas e Faias pretas.

As florestas boreais demoram muito tempo a crescer e há pouca vegetação rasteira. Aparecem, no entanto, musgos, líquens e alguns arbustos. As árvores demonstram a existência de adaptações ao meio. Sendo de folha persistente, conservam, quando a temperatura baixa, a energia necessária à produção de novas folhas e assim que a luz solar aumenta, podem começar de imediato a realizar a fotossíntese.

Embora haja precipitação, o solo gela durante os meses de inverno e as raízes das plantas não conseguem água. A adaptação das folhas à forma de agulhas limita, então, a perda de água, por transpiração. Também a forma cônica das árvores da taiga contribui para evitar a acumulação da neve e a subseqüente destruição de ramos e folhas.

Os animais aqui existentes são alces, renas, veados, ursos, lobos, raposas, linces, arminhos, martas, esquilos, morcegos, coelhos, lebres e aves diversas como, por exemplo, pica-paus e falcões. Os charcos e pântanos que surgem no verão constituem um ótimo local para a procriação de uma grande variedade de insetos. Tal como na Tundra, não aparecem répteis devido aos grandes frios.


Muitos animais, sobretudo aves, migram para climas mais quentes assim que a temperatura começa a baixar. Outros ficam, encontrando-se adaptados através das penas, pêlos e peles espessas que os protegem do frio. Por vezes, adaptam-se à mudança de estação através da mudança de cor das suas penas ou pêlos. A pele do arminho, por exemplo, muda de castanho escuro para branco, no inverno, contribuindo assim para ajudar o animal a camuflar-se e a proteger-se dos seus predadores.

Estepes - São formações vegetais de planície (foto), sem árvores, com uma vegetação herbácea como as pradarias, porém mais esparsa e ressecada. Surge em climas semi-áridos, portanto na faixa de transição de climas úmidos (temperados ou tropicais) para os desertos. Pode ser semidesértica, ou coberta de gramíneas e arbustos, dependendo da estação do ano. O termo também é usado para descrever aspectos do clima dessas regiões, muito seco para permitir a existência de florestas, mas não tão seco a ponto da desertificação.

As estepes são comuns na África (nas bordas de desertos), na América do Norte, na América do Sul (como exemplo, algumas áreas do nordeste brasileiro e regiões do Paraguai, Argentina e Bolívia), mas sua área de maior ocorrência é a Rússia e repúblicas vizinhas na Ásia Central.

É diferente das pradarias, que ocorrem em climas mais úmidos. A fauna é variável, mas, de maneira geral, abriga mamíferos com hábito de agregação em colônias ou manadas. Esse hábito de vida constitui proteção em habitats abertos.

Vegetação Mediterrânea

Ocorre nas áreas de clima mediterrâneo. Nas áreas de maior altitude, onde os níveis de precipitação são maiores, há desenvolvimento de florestas, principalmente de cedro e pinho. Em áreas mais secas, de menor altitude, há predominância de vegetação arbustiva.

Apresentam verões muito quentes e secos e invernos amenos e chuvosos. As maiores ocorrências estão no sul da Europa e no norte da África. Trata-se de uma vegetação esparsa, que possui três estratos: um arbóreo, um arbustivo e outro herbáceo. Possui características xerófilas, e as duas formações dominantes são os garrigues e os maquis.
TIPOS DE CLIMA E VEGETAÇÃO
Europa SetentrionalInclui partes da Noruega, Suécia, Finlândia e norte da Rússia. Possui clima polar e vegetação de tundra.
Europa Ocidental e parte da CentralPossui clima temperado oceânico e florestas de folhas caducas (quase totalmente destruídas). O clima temperado oceânico possui chuvas abundantes e freqüentes. Caracteriza-se por verões não muito quentes e invernos não muito frios.
Europa Norte-OrientalInclui a Noruega, Suécia, Finlândia e Rússia, com clima temperado frio e floresta boreal de coníferas.
Centro Sul da EuropaInclui Rússia, Ucrânia, Hungria e Espanha, com clima temperado continental (seco) e vegetação de estepes. O clima temperado continental apresenta verões rigorosos e secos e invernos rigorosos com grandes nevadas.
Europa MediterrâneaClima mediterrâneo e vegetação de maquis e garrigue (formações muito pobres, semi-destruídas pela ação do homem). O clima mediterrâneo caracteriza-se por verões quentes e secos e invernos pouco frios com chuvas.

Europa - População


Europa é, por convenção, um dos seis continentes do mundo. Compreendendo a península ocidental da Eurásia, a Europa geralmente divide-se da Ásia a leste pelo divisor de águas dos montes Urais, o rio Ural, o mar Cáspio, o Cáucaso,[1] e o mar Negro a sudeste.[2] A Europa é limitada pelo oceano Glacial Ártico e outros corpos de água no norte, pelo oceano Atlântico a oeste, pelo mar Mediterrâneo ao sul, e pelo mar Negro e por vias navegáveis interligadas ao sudeste. No entanto, as fronteiras para a Europa, um conceito que remonta à Antiguidade Clássica, são um tanto arbitrárias, visto que o termo "Europa" pode referir-se a uma distinção cultural e política ou geográfica.
A Europa é o segundo menor continente em superfície do mundo, cobrindo cerca de 10 180 000 quilómetros quadrados ou 2% da superfície da Terra e cerca de 6,8% da área acima do nível do mar. Dos cerca de 50 países da Europa, a Rússia é o maior tanto em área quanto em população (sendo que a Rússia se estende por dois continentes, a Europa e a Ásia) e a Cidade do Vaticano é o menor. A Europa é o terceiro continente mais populoso do mundo, após a Ásia e a África, com uma população de 731 milhões ou cerca de 11% da população mundial. No entanto, de acordo com a Organização das Nações Unidas (estimativa média), o peso europeu pode cair para cerca de 7% em 2050.[3] Em 1900, a população europeia representava 25% da população mundial.[4]
A Europa, nomeadamente a Grécia antiga, é considerada o berço da cultura ocidental.[5] Tendo desempenhado um papel preponderante na cena mundial a partir do século XVI, especialmente após o início do colonialismo. Entre os séculos XVI e XX, as nações europeias controlaram em vários momentos as Américas, a maior parte da África, a Oceânia e grande parte da Ásia. Ambas as guerras mundiais foram em grande parte centradas na Europa, sendo considerado como o principal factor para um declínio do domínio Europa Ocidental na política e economia mundial a partir de meados do século XX, com os Estados Unidos e a União Soviética ganhando maior protagonismo.[6] Durante a Guerra Fria, a Europa estava dividida ao longo do Cortina de Ferro entre a Organização do Tratado do Atlântico Norte, a oeste, e o Pacto de Varsóvia, a leste. A vontade de evitar outra guerra acelerou o processo de integração europeia e levou à formação do Conselho Europeu e da União Europeia na Europa Ocidental, os quais, desde a queda do Muro de Berlim e do fim da União Soviética em 1991, têm vindo a expandir-se para o leste.


Economia da Europa


A multiplicidade de nações adjacentes fez da Economia da Europa uma das mais complexas do planeta.
Durante séculos a Europa foi o centro econômico do planeta. Entre as causas, podemos citar como a principal sua condição geográfica. A localização entre a África e a Ásia, fez da região europeia um ponto de passagem obrigatório, e facilitou de forma substancial a absorção e irradiação dos conhecimentos, tecnologia e comércio de ambos continentes. Esta condição perdurou até ao século XX. No século XX, a Europa viu seu predomínio declinar em relação aos Estados Unidos, o Japão e, na fase final, a China. A Primeira e Segunda guerra mundial, travadas em seu território, a carência de energia, de petróleo, além de uma intensa rivalidade entre seus povos, representaram para o continente a perda de sua liderança econômica.

Central nuclear na França.
A Europa não tem auto-suficiência na produção de energia, exigindo a importação de muito petróleo. Este produto só é extraído em quantidades consideráveis na Rússia e no Mar do Norte. O gás natural, outro produto bastante usado na geração e produção de energia é muito abundante na Rússia, Romênia, Países Baixos e no Reino Unido. Outro recurso energético que teve grande importância nas fases iniciais da revolução industrial foi o carvão mineral, muito abundante, sobretudo na Alemanha, Polônia, Rússia, Reino Unido. Todas estas fontes energéticas são extremamente poluidoras e causam grandes impactos ambientais em todo o planeta. No caso da energia limpa, ou seja, não poluidora, podem ser citadas a energia hidráulica, energia eólica, e energia solar, de baixa produção e utilização da Europa, devido às suas condições geográficas. A produção de energia nuclear na Europa é muito importante, e, a exemplo dos Estados Unidos, gera imensas quantidades de lixo atômico, cujo fim, desde o início de sua utilização, é muito nebuloso e nunca divulgado na mídia mundial.

 Comércio

O comércio na Europa, ainda apresenta uma certa polarização. Na região ocidental o movimento de capital e transações comerciais ocupam lugares proeminentes nas trocas internacionais. Os principais parceiros da região são os Estados Unidos, o Canadá, o Japão e os países do Oriente Médio.
No caso da Europa oriental, o volume de transações comerciais é bem menor, isto ocorre devido aos traumas ainda da divisão do continente em dois blocos, ocidental e oriental, e ao resultado dos múltiplos embargos e manipulações mercadológicas ocorridas durante a guerra fria.

[editar] Importações e exportações


O Europoort, nos Países Baixos
Basicamente a Europa importa matérias-primas, minerais, produtos tropicais, borracha e madeira (material|madeira). Manufaturados de alta tecnologia procedentes dos Estados Unidos e do Japão. A exportação predominante é de manufaturados, automóveis,navios, produtos químicos, produtos ópticos e calçados. As Economias Da Europa Ocidental O comércio intra-europeu ocorre da mesma forma que em outras regiões do Planeta. Para favorecer ao comércio local foi criada uma legislação específica e acordos comerciais que se materializaram em organizações como a Associação Européia de Livre Comércio e a Comunidade Econômica Européia.
Na área centro-ocidental européia, onde o comércio é intenso, e a rede rodoviária e ferroviária terrestre mais densa do planeta. As trocas e o comércio se dão de forma muito rápida e dinâmica. Nas demais regiões embora não possuam uma rede viária tão densa, ainda é bem acima da média do resto do mundo, pois, nenhum habitante de uma região medianamente importante deixa de contar com ferrovia ou rodovia próxima de si.
Devido ao seu perfil acidentado, do ponto de vista geográfico, o Continente Europeu possui muitas baías e portos naturais. Este particular permitiu historicamente o desenvolvimento da vocação marítima dos habitantes do litoral.
Os portos mais movimentados são: Roterdã, Antuérpia, Le Havre, Marselha, Londres, Lisboa e Gênova. Os aeroportos mais movimentados da Europa são o de Moscou, Londres, Paris e Frankfurt, todos entre os mais movimentados do mundo.
O fluxo turístico em direção à região do Mar Mediterrâneo, faz da aviação comercial da região a mais movimentada do mundo, sendo imensa a quantidade de turistas que transitam em vários dos aeroportos europeus.
O continente europeu, berço da Revolução Industrial, é formado por alguns dos países mais desenvolvidos do globo. Segundo o Development Programme Report das Nações Unidas elaborado em 2006, com dados relativos a 2004, entre os dez mais desenvolvidos países do mundo, seis eram europeus.
A agropecuária, a mineração e os transportes são os fatores que mais influenciam na economia européia.
Os grandes grupos industriais europeus e mundiais fazem investimentos elevados em pesquisa e tecnologia, criando e desenvolvendo novos produtos, modernizando e automatizando suas fábricas para alcançar um menor custo de produção e melhorar a sua competitividade global.
Os parques industriais dos países da Europa Ocidental são bastante diversificados, destacando-se os ramos de produtos eletrônicos para consumo, telecomunicações, veículos aeroespaciais, aviões, produtos farmacêuticos, construção naval, energia nuclear, siderurgia e automobilística.
Na Europa Oriental, após a Segunda Guerra Mundial, a atividade industrial desenvolveu-se com base no planejamento estatal, destacando-se a República Checa na indústria metalúrgica e a Polônia também na metalurgia e na construção naval. Com o surgimento do novo modelo industrial baseado nas novas tecnologias, o parque industrial dos antigos países socialistas encontrava-se com grande defasagem tecnológica. A transição para a economia de mercado a partir do início dos anos 1990 promoveu uma autêntica reestruturação industrial com a abertura de mercados, os cortes de subsídio às empresas estatais, a liberalização dos preços e um surto inflacionário. Muitas dessas empresas faliram e os países sofreram queda de produção e dos níveis de empregos. Nos últimos anos, aqueles países de maior tradição industrial, como a República Checa, a Polônia e a Hungria, iniciaram uma recuperação econômica com o aumento dos investimentos estrangeiros e a instalação de várias empresas multinacionais.
Com o avanço do capitalismo na Europa Oriental, esses países estão se tornaram área de influência da União Européia, principalmente através das relações comerciais e dos investimentos que a Alemanha passou a fazer na região.
A União Européia concentra algumas das maiores áreas industriais do mundo e vem sendo considerada um dos pólos da chamada tríade, um conjunto que concentra riqueza, poder e tecnologia. Os outros dois países que formam essa tríade são os Estados Unidos e o Japão.
A energia da França também foi baseada em varios aspectos históricos e econômicos, tanto é que a França já foi uma potência, só que agora nós temos como potência os EUA .

[editar] Agropecuária

[editar] Produção agrícola


Produção de trigo.
A Europa apresenta uma importante e diversificada produção agrícola, com grande aproveitamento dos seus solos, geralmente férteis. O uso do solo está sujeito à técnicas adequadas e modernas, com elevada produtividade.
A cultura de cereais é predominante, destacando-se o "trigo", produto mais importante. Sua principal área produtora é a região de solos negros da Ucrânia (tchernoziom). O outros países que se destacam na produção de trigo são Itália, França, Alemanha e Rússia. Outros cereais cultivados são o centeio, a aveia e a cevada, importantes produtos agrícolas das áreas temperadas.
O centeio substitui o trigo em áreas de clima mais frio e é importante na fabricação do pão. A aveia é produzida principalmente para a alimentação do gado, recebendo, por isso, o nome de forrageira. A cevada é uma matéria-prima básica à fabricação da cerveja, produto de destaque em vários países europeus. Os maiores produtores desses cereais são: Alemanha, França, Espanha, Polônia e Reino Unido. A batata é outro produto importante da agricultura da Europa. Os principais produtores de batata são: Alemanha, França, Países Baixos, Reino Unido e Rússia. Nas regiões européias de clima mediterrâneo, sobressai o cultivo da oliveira, destina à produção de azeitonas e de azeite. Portugal, Espanha, França e Itália destacam-se como maiores produtores mundiais e seus produtos são reconhecidos como os de melhor qualidade internacional.
Outro destaque especial é o cultivo da videira, destinada à produção de vinhos. Alguns tipos de vinho e de azeite só podem ser produzidos nesses países, devido às condições especiais do solo e do clima. Esses aspectos geográficos atribuem aos países da Europa Mediterrânea condições especiais de mercado, devido à impossibilidade de produção, em outros países do mundo, de mercadorias com características similares.
O volume de colheitas da Europa é muito inferior relativamente à América do Norte, Ásia e América do Sul. As culturas da região incluem cereais, sobretudo o trigo, cevada, o centeio cultivado em alternância com a batata. A produção de milho, arroz e aveia é deficiente. A produção frutícola, bastante diversa, varia de região para região. Exemplos são a pêra e a maçã produzidas nas zonas temperadas e úmidas. Podemos ainda citar as frutas cítricas do Mediterrâneo, e as videiras que devido às condições de solo e climáticas produzem grande quantidade de uva, e dão aos vinhos qualidade excepcional. Outro produto mediterrâneo, é a azeitona, apreciada e exportada para o mundo todo.
Muitos dos problemas agrícolas da Europa decorrem da falta de autonomia do continente no tocante aos cereais para forragem, às gorduras vegetais e aos produtos tropicais. Não tendo condições climáticas nem geográficas para concorrer com os outros continentes nessa área, os governos dos países europeus subvencionam o cultivo de certos produtos, causando imensos desequilíbrios sociais nos países produtores, sobretudo nos de economia emergente e de terceiro mundo. A subvenção é uma maneira artificial de evitar a ruína dos agricultores europeus, além disso, serve para forçar o mercado internacional a flutuar de acordo com as aspirações de lucratividade dos grandes grupos econômicos.

[editar] Pecuária


Bovino.
Como a agricultura, a pecuária na Europa fornece uma grande variedade de produtos, desde a carne até o queijo e a manteiga. A pecuária é praticada principalmente de forma intensiva, com o gado recebendo cuidados técnicos, que proporcionam mais rendimentos.
O rebanho mais numeroso é o de bovinos, criado principalmente na Rússia, na Ucrânia, na Alemanha, na França, na Grã-Bretanha e na Polônia. Apesar de não possuir um rebanho numeroso, a criação de gado leiteiro tem destaque na Dinamarca, Suíça e Países Baixos. Nos Países Baixos, por exemplo, a produtividade do rebanho é superior a 5 mil litros de leite por vaca ao ano, sendo cerca de 75% da produção de industrializados no país.
A título de comparação, enquanto o consumo de leite na União Européia, no início da década de 1990, era de 810 litros por habitante, no Brasil era de aproximadamente 90 litros por habitante.
Além dos bovinos, destacam-se no continente europeu os rebanhos de suínos e de ovinos. Na suinocultura, a Alemanha sobressai como principal criador. Nesse país, cria-se principalmente o suíno destinado ao fornecimento de carne para atender ao alto consumo não só da Alemanha, mas também de toda a Europa. No entanto, a produção é insuficiente para abastecer todo o continente, sendo necessário importar carne suína. Os ovinos, utilizados para a obtenção de lã, são criados sobretudo nas ilhas Britânicas, na Romênia e na Espanha. Uma outra característica importante da agropecuária, principalmente nos países que fazem parte da União Européia, são os subsídios concedidos pelos governos aos agricultores, como empréstimos a juros baixos e pagamentos a longo prazo.
A criação em 1962 da PAC (Política Agrícola Comum) foi uma forma de os governos europeus protegerem seus agricultores da concorrência externa, visando a manutenção da renda e do emprego agrícola e a obtenção de uma estabilidade nos preços dos alimentos. Esse apoio dado à agropecuária desde a década de 1960 levou a Europa praticamente a se tornar auto-suficiente nos principais produtos alimentares, mas não resolveu problemas como as disparidades entre países e regiões do continente.
Nos anos 1990, esse programa começou a ser questionado no interior da União Européia por aqueles que consideravam os custos muito elevados (45000 milhões de dólares anuais). A PAC também é motivo de críticas internacionais, principalmente por parte das instituições como a OMC (Organização Mundial do Comércio) e dos países como os EUA, que estão pressionando cada vez mais a redução do protecionismo agrícola, pois ele bloqueia a entrada de produtos de outros países no mercado europeu. A perspectiva da diminuição dos subsídios agrícolas tem sido objeto de protesto em vários países europeus, especialmente na França, maior produtor agrícola da Europa Ocidental e onde existe o maior número de agricultores beneficiados com os subsídios.
Os países nórdicos têm tradição milenar na pecuária, em função disto, é muito desenvolvida e de alta qualidade. A produção na Europa de leite, queijo e manteiga supera o seu consumo, transformando-se em produtos de exportação. A avicultura não possui excedentes de produção, porém abastece o mercado de ovos e de carne de forma praticamente auto suficiente.

[editar] Pesca


Bacalhau.
Na Europa, a pesca é uma atividade econômica bastante desenvolvida, sobretudo nos países setentrionais, destacando-se a Noruega, a Finlândia, a Suécia e a Islândia, que utilizam modernos equipamentos pesqueiros. As principais espécies são o bacalhau, o arenque e o salmão. A pesca nessa região é favorecida pela presença da corrente do Golfo (Gulf Stream), que carrega uma grande quantidade de plânctons, responsáveis pela formação de cardumes.
Na Europa, a pesca tem grande importância em Portugal, na Noruega, na Islândia, na Rússia, na Dinamarca e na Espanha. As espécies mais comuns são o atum, bacalhau, a sardinha, a cavala, o arenque, e os crustáceos e moluscos.

[editar] Recursos Minerais e Transportes


Auto-estrada próxima a Nice, França.
Os recursos minerais mais importantes do continente europeu são: petróleo, carvão, ferro e manganês. O país que mais possui recursos minerais é a Rússia. O petróleo é explorado no continente e no oceano. Além da Rússia (parte na Europa) e do Azerbaijão, outro local rico em petróleo é o mar do Norte, onde a exploração pertence à Grã-Bretanha e à Noruega. Sua importação pesa na balança comercial. O carvão é extraído em maior quantidade na Ucrânia, na Grã-Bretanha, na Alemanha e na Polônia. A descoberta de sua utilidade como combustível e como componente para a produção de aço permitiu, no século XVIII, o desenvolvimento da atividade industrial.
O ferro é explorado principalmente na Rússia (grande produtor mundial), na França e na Suécia.
O manganês tem como principais produtores a Rússia e a Ucrânia, além da Romênia e da Hungria.
Na Estônia há importantes reservas de xisto betuminoso, bastante aproveitado para a geração de energia após ser transformado em óleo de xisto.
Devido ao elevado grau de industrialização e às características geológicas do território, os países europeus são dependentes de uma série de minerais básicos à atividade industrial. A maior parte dos países importa minerais metálicos (ferro, manganês, bauxite e estanho), fundamentais às atividades metalúrgicas e siderúrgicas e, conseqüentemente, a uma série de mercadorias de bens de consumo duráveis, máquinas e equipamentos industriais.
A Europa é o continente que possui a melhor rede de transportes do mundo. Suas ferrovias possuem bitola padronizada, o que possibilita o tráfego dos trens por todos os países (Eurotrem), que investem maciçamente nesse setor.
O transporte hidroviário é altamente utilizado, movimentado por uma enorme quantidade de cargas anualmente.
Os portos fluviais europeus estão entre os mais importantes do globo. Quanto aos portos marítimos, o mais importante é o de Roterdão, que se destaca mundialmente. Outros ainda de intenso movimento são: o de Londres, na Inglaterra; o de Antuérpia, na Bélgica; o de São Petersburgo, na Rússia; o de Lisboa, em Portugal; e o de Hamburgo, na Alemanha.
As rodovias da Europa, juntamente com as dos Estados Unidos, são consideradas as mais modernas do mundo, com destaque para as auto-estradas etc...'

 Euro, a moeda comum

Devido à integração econômica e da grande quantidade de capital circulante na região, houve a necessidade da criação de uma moeda comum. Os países que adotaram esta moeda são Alemanha; Áustria; Bélgica; Chipre; Eslováquia; Eslovénia; Estónia; Espanha; Finlândia; França; Grécia; Irlanda; Itália; Luxemburgo; Países Baixos; Portugal e Malta.
Está prevista a circulação do euro como papel moeda de algumas das nações da União Européia. Esta previsão é devida à expansão do próprio bloco econômico.
Andorra; Mônaco; San Marino; Vaticano e Sérvia e Montenegro, países que não tinham moeda própria, adotaram o Euro como moeda comum.
O controle de emissão e a política cambial da União Europeia são feitas através Banco Central Europeu. Sua sede é em Frankfurt, Alemanha. A divisão da moeda para facilitar sua circulação física, é em cêntimos, ou seja, um euro é igual a cem cêntimos. O dinheiro tem a constituição de notas de 5, 10, 20, 50, 100, 200 e 500 euros e moedas de 1, 2, 5, 10, 20 e 50 cêntimos e de 1 e 2 euros.